segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

E O ESPÍRITO ME APONTA O CAMINHO






...E então aceito o belo que contemplo. Não preciso deveras possuí-lo. Compreendo bem agora a ânsia da qual me liberto com essa atitude sábia. Estar mais  atento ao que possuo e posso prazerosamente desfrutar, liberto da busca imanente que sempre foi o querer mais e mais, sem dar-me conta do que já possuo em minhas mãos.
E acrescido a esse ato libertador, que muita paz proporciona e me protege mesmo de expor-me às paixões outrora inevitáveis, alia-se a aceitação dos demais. E não me incomoda se me deparo com um que demostra sabedoria e com  outro que é pura estupidez. Declino ao sábio, e sei que o estúpido se não o é por ignorância, o é pela própria natureza de que há o erro e acerto, e até mesmo do bom e do mau gosto quanto a tudo, inclusive e também ao que se atribui ao espírito.
E agora, só agora começa a despontar uma possibilidade de viver a vida com uma autenticidade maior. Não ter que ocupar-me de me apossar e ser senhor de coisas que deveras até encantam os sentidos mas,  são porém efêmeras no seu encantamento, me abre espaço para aplicar-me mais ao que minha razão aponta e meu coração reconhece como componente somatório da alma do sábio.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

PORQUE MINHA FELICIDADE SÓ É POSSÍVEL


NA BUSCA DA FELICIDADE DE TODOS


Há de considerar-se a felicidade um estado da alma. E todos conhecem são sabedores no que implica ser feliz. A alma pré-concebe os ingredientes da felicidade, são eles conhecidos da alma,  não é portanto despido de concreticidade podendo pois ser  talvez não aferida em sua intensidade, mas conhecida naquilo que é; como que um termômetro há e sabe apontar os índices necessários, a quantidade destes ingredientes que a compõe.
Falar portanto de paz, amor, fé, esperança e ainda de dor, tristeza, angústia e ansiedade seria como ir no caminho de identificar os ingredientes da felicidade.
Estar para além da felicidade ou do contrário dela é como se estar para além  
da vida...
O tempo passa, percebo que os dias da juventude cada vez mais se distanciam, e já início a querer da vida talvez menos ou simplesmente modifica-se a natureza daquilo que quero. Percebo que realmente os desejos que brotam dos sentidos ainda pulsam fortes, porém é assim como se já começa a ser aceitável não tê-los necessariamente saciados.
Não é tão frustrante como o foi numa certa fase não possuir determinados bens materiais, bem como certo é que ter as paixões todas saciadas, já não implica em privação.
Encontro mesmo em que aplicar meu pensamento, e não é o ímpeto de ter minhas ideias concretizadas que me move. Satisfaz-me a reflexão, e me torno mais aplicado na pratica das virtudes. E sei, que estarei de certa forma até o fim de meus dias exposto aos desejos da lascívia, porém o domínio sobre esses desejos já se torna algo mais exercitável.
E os meus erros cometidos já não os vejo como inépcia minha, já é mais fácil perdoar-me a mim mesmo, e acreditar nos acertos que ainda estão por vir. Meu passado parece querer deixar de ser o referencial, determinista de mim, é como se agora inicio a dar-me conta que aquilo que fiz resolve-se não necessariamente nas consequências do que vivo hoje eu então me poupo a mim mesmo, perdoo-me e sou complacente comigo mesmo.Há de considerar-se a felicidade um estado da alma. E todos conhecem são sabedores no que implica ser feliz. A alma pré-concebe os ingredientes da felicidade, são eles conhecido da alma,  não é portanto despido de concreticidade podendo pois ser  talvez não aferida em sua intensidade, mas conhecida naquilo que é; como que um termômetro há e sabe apontar os índices necessários, a quantidade destes ingredientes que a compõe.
Falar portanto de paz, amor, fé, esperança e ainda de dor, tristeza, angústia e ansiedade seria como ir no caminho de identificar os ingredientes da felicidade.
Estar para além da felicidade ou do contrário dela é como se estar para  
da vida...
O tempo passa, percebo que os dias da juventude cada vez mais se distanciam, e já início a querer da vida talvez menos ou simplesmente modifica-se a natureza daquilo que quero. Percebo que realmente os desejos que brotam dos sentidos ainda pulsam fortes, porém é assim como se já começa a ser aceitável não tê-los necessariamente saciados.
Não é tão frustrante como o foi numa certa fase não possuir determinados bens materiais, bem como certo é que ter as paixões todas saciadas, já não implica em privação.
Encontro mesmo em que aplicar meu pensamento, e não é o ímpeto de ter minhas ideias concretizadas que me move. Satisfaz-me a reflexão, e me torno mais aplicado na pratica das virtudes. E sei, que estarei de certa forma até o fim de meus dias exposto aos desejos da lascívia, porém o domínio sobre esses desejos já se torna algo mais exercitável.
E os meus erros cometidos já não os vejo como inépcia minha, já é mais fácil perdoar-me a mim mesmo, e acreditar nos acertos que ainda estão por vir. Meu passado parece querer deixar de ser o referencial, determinista de mim, é como se agora inicio a dar-me conta que aquilo que fiz resolve-se não necessariamente nas consequências do que vivo hoje eu então me poupo a mim mesmo, perdoo-me e sou complacente comigo mesmo.


Já me dei conta de que é o homem bem diferenciado em relação as demais espécies. Capaz de pensar em si, capaz também de aplicar o pensamento também ao mundo e ao ao universo para além dele.
Como já o disse um filósofo: "O HOMEM NÃO SÓ SABE. ELE ACIMA DE TUDO SABE QUE SABE.
Capaz portanto ele é, pela consciência que possui de sua morte, edificar no espírito, alimentando-se do conhecimento vai em busca da verdade.
Admito ter eu minha própria fé. E a absorvi de determinado ensinamento espiritual que busco sedimentar, e progredir nele em espiral..
E nesse momento em que volto meu pensamento para o mundo, delimitado num espaço cronológico,  meu coração quer tornar a bater numa cadência que implica em dor violenta.
Meu coração encontra-se a arder na paixão.
E dou graças por não ser percebedor de nenhuma forma material que provoque esse sentimento.
Talvez o que poderia reconhecer como angústia em meu peito dilacerado de dor dou-me conta antes trata-se antes de um sentimento  profundo de amor.
E este amor transbordante de mim, como para além de meu corpo e meu espírito, projeta-se em paixão e sinto que tenho que depô-lo - a esse sentimento - perante alguém. E esse alguém é Deus.
O Deus que tem me sido por sustento, pois solitário reconheço que se permaneço vivo, minha vida dele emana, e Ele como que já me a devolveu  por várias vezes de volta.
Isto por todas as vezes que meu braço se ergueu contra mim, sentenciando minha própria morte.
MATURIDADE DAS MINHAS IDEIAS

O LATEJAR INCESSANTE DO PENSAMENTO...



A essa altura de meus anos muito já busquei nos livros. Porém sei que carente ainda de sabedoria, haverei de ter o precioso tempo desperdiçado numa busca e ânsia não de atingir minha plenitude,
mas sim de satisfazer os desejos efêmeros do corpo.

Nesse momento no dia de hoje quis primeiramente falar de minha época.
Avaliar o mundo em que vivo e, mais que isso, ater-me a indagações profundas que me perturbam a alma.